o coro de perguntadores

Na última sessão com o terceiro ano da Escola da Madalena saímos à rua, fomos estudar em lugares que não estamos habituados a estudar, mas que estamos muito habituados a estar… e que divisão é essa feita entre esses lugares do aprender? Por que estudar em lugar marcado? O papel da escola com certeza não é delimitar os lugares e os tempos de estudo. São questões por entre os passos que demos com os miúdos, e que importante não controlar o passeio dos conteúdos por diferentes paisagens, cada pedra, cada canto e esquina, cada gesto de gente, de bicho, de planta, de rua, de cidade… deixemos as diferenças habitarem o ambiente sem separar caminhos do saber e do partilhar conhecimento…

Haveria uma forma de aproximar-se dessa matéria de estudo que consideramos hoje? Que a pergunta possa aparecer sem impossibilitar ou coordenar os diferentes tons de perguntadores, não percamos a possibilidade da pergunta ser feita por cada um, mesmo pela prática de ouvir como ressoa a pergunta ao ser perguntada por essa ou aquela voz…

 

Lyncoln (a foto foi feita durante a sessão por um dos miúdos)

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